A 11 quilómetros de Santarém, a Quinta da Lagoalva de Cima é uma quinta de produção agrícola de referência nacional. Num ambiente campestre, proporciona visitas pelos campos agrícolas, coudelaria e adega.
Santarém
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Museu Nacional Ferroviário
8 de setembro de 2016
No Entroncamento, o Museu Nacional Ferroviário leva-nos numa viagem pela história dos comboios em Portugal.
A primeira vez que andei de comboio foi aos quatro anos. Tinha ido visitar os meus avós mas na despedida o carro decidiu não pegar. O dia já começava a escurecer e não houve outro remédio senão passar a noite e regressar no dia seguinte de comboio. Eu vinha encantada à janela, muito curiosa com o suceder de paisagens, desde as cegonhas nos arrozais ao cheiro dos pinheiros e eucaliptos. No entanto, não é um meio de transporte que use com regularidade em Portugal, ao contrário do que acontece quando viajo para fora, onde está entre as minhas preferências.
O corredor verde
15 de junho de 2016
No concelho de Gavião, o corredor verde da Atalaia é um percurso pedestre que permite sentir a natureza em estado puro. São 19 quilómetros de montados de azinheiras, vales verdejantes, ribeiras frescas com o Tejo bem perto.
Encontramo-nos bem cedo junto ao café da Atalaia. É aqui que bebemos o único café do dia e lançamos esperanças de que esteja aberto no momento da chegada. Há a previsão de as temperaturas rondarem os 30ºC. Saberá bem uma bebida fresca.
De Salvaterra de Magos à aldeia do Escaroupim
1 de outubro de 2014
Rodeada pelas lezírias ribatejanas, Salvaterra de Magos é uma terra de toiros, campinos, avieiros e tradições com séculos de existência.
Apesar da manhã de Domingo ser soalheira, Salvaterra de Magos é um lugar pacato, diria até deserto. No Jardim Público lêem-se as notícias enquanto alguns pais passeiam os seus filhos nos carrinhos. Em frente à rotunda com o monumento ao campino da lezíria fica a praça de touros, que em dia de festa dos aficionados, já apresenta grande agitação.
Charme e conforto no Hotel Lusitano
28 de fevereiro de 2014
O Hotel Lusitano é uma referência no que respeita à hotelaria na vila da Golegã.
Sempre que pensava visitar a Golegã, via esta antiga casa convertida em hotel de charme e pensava: “é aqui que quero ficar.” Após um dia a visitar esta vila ribatejana, chego ao Hotel Lusitano já ao escurecer. Estaciono o carro na garagem coberta e dirijo-me à recepção. Enquanto aguardo para efetuar o check-in é servido um chá nuns típicos copos árabes.
Golegã: onde nem só o cavalo é rei
26 de fevereiro de 2014
Em plena planície ribatejana, entre os rios Almonda e Tejo, e rodeada de verdejantes lezírias, a vila da Golegã é por excelência, a capital do cavalo lusitano.
No seu livro Portugal, Miguel Torga afirma que "O touro, o cavalo e o campino são «o produto específico da terra ribatejana»”. A Golegã, no coração do Ribatejo, era um destino há muito adiado, que um fim de semana soalheiro acabou por concretizar.
A manhã foi passada a visitar a Casa dos Patudos, em Alpiarça, que pertenceu a José Relvas, proclamador da República a 5 de Outubro de 1910. Após o almoço com vista para o rio, segui em direção à Golegã. Parei na ponte da Chamusca para admirar esta construção em ferro com mais de 100 anos, que permitiu a ligação das duas margens do rio Tejo, facilitando a vida das populações locais. As terras férteis, devido às inundações do rio, são um dos expoentes da beleza natural, onde o olhar se perde na sua imensidão.
Vestígios romanos em Portugal: onde Cardilio e Avita foram felizes
7 de janeiro de 2014
As Ruínas Romanas de Cardílio, a poucos quilómetros de Torres Novas, ainda hoje estão envoltas em mistério quanto à interpretação de um dos seus mosaicos mais conhecidos. Afinal, quem foram Cardilio e Avita?
Cardilio e Avita foram os proprietários desta villa romana e aqui habitaram no século IV. Estes dois agricultores ficaram imortalizados num dos mosaicos da sala. Parte da cabeça de Cardilio perdeu-se mas não é por isso que o casal deixou de sorrir. Ambos com o ombro direito descobertos, separados por uma foice (símbolo do pão?) e de duas crateras, que serviam para misturar o vinho e a água.
