Restaurantes


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Hotel Schloss Fuschl: onde a beleza encontra a serenidade

Debruçado sobre as águas verde esmeralda do lago Fuschl, o Hotel Schloss Fuschl, a Luxury Collection Resort & Spa é um encontro com a beleza e a serenidade.


Nas minhas viagens tenho sempre a impressão de que me falta tempo. Tempo para não ter de fazer escolhas, tempo para sentir os lugares, tempo para guardar cada momento vivido. Mas na Áustria senti que o tempo parecia ser em excesso, que os dias não se renovavam. E por uma simples razão: tinha pressa em chegar aos lagos. Aterrei em Viena, visitei muitos lugares únicos (como o vale de Wachau) mas com alguma ansiedade por sentir a serenidade do azul das águas.
Desta vez foi mais moroso encontrar o local perfeito para ficar. Existe alguma oferta de alojamento junto dos lagos mas nenhuma parecia cumprir os pré-requisitos que procuro: um lugar com historia, identidade única e onde cada hóspede se sinta especial. O Hotel Schloss Fuschl acabou por se revelar a minha pérola negra.

Quinta do Portal

Vou todos os anos ao Douro e o mais fantástico é que continuo a sentir aquela emoção como se o estivesse a fazer pela primeira vez. Felizmente, tenho também conseguido conhecer lugares que mantêm a essência duriense e permitem uma genuína experiência do que é uma quinta no Douro. Este ano fui conhecer a Quinta do Portal.


É fácil entender porque é que as quintas junto do rio são as mais visitadas. Quem visita o Douro, por vezes uma única vez na vida, quer estar perto do rio, imaginar o que seriam os barcos rabelos carregados de pipas para Gaia e almoçar, pernoitar ou simplesmente terminar o dia com um copo de vinho do Porto num bonito miradouro criado para o efeito. Eu também tinha essa ilusão. Mas este ano decidi conhecer um outro Douro e adorei a experiência.

O regresso ao Convento do Espinheiro

Regressar onde já fui feliz é um dos meus motes de vida. Apesar do mundo estar repleto de locais fantásticos para conhecer, só alguns nos ficam gravados no coração. O Convento do Espinheiro é um deles.


2019 não começou bem. Infelizmente não escapei à epidemia da estação e estive doente durante várias semanas. Nestes momentos, o tempo parece longuíssimo e quando a febre baixava, pensava em memórias felizes para esquecer o mau estar. Via o meu aniversário aproximar-se e só queria recuperar para retribuir à minha família o amor e carinho que sempre me deram. Lembrava-me que há dois anos tudo tinha sido diferente e que ainda hoje recordo o fim de semana no Espinheiro. Era lá que queria regressar.

Onde comer em Nova Iorque

Comer em Nova Iorque pode ser uma verdadeira dor de cabeça. A oferta, diversidade e procura são gigantescas por isso o melhor é planear com a maior antecedência possível. A reserva prévia é quase sempre obrigatória e alguns restaurantes chegam a ter semanas (e meses) de espera. Estas foram as minhas experiências.


Aldea 
No Aldea, o estrelado restaurante do luso-americano chef George Mendes, serve-se comida de inspiração portuguesa. Bacalhau à brás, arroz de pato, pastéis de nata ou sonhos são algumas das sugestões para quem quer sentir Portugal do outro lado do Atlântico. Os vinhos também não foram esquecidos e na carta encontrei referências do Alentejo, Dão e Douro.

Jamie's Italian Lisboa

No Príncipe Real, o Jamie's Italian é mais um exemplo da aposta do chef inglês em expandir a sua conhecida cadeia de restaurantes italianos pelo mundo.


Quando saiu a notícia de que Jamie Oliver ia abrir um restaurante no Príncipe Real, criou-se ainda mais buzz do que o habitual porque a especulação foi enorme. A questão nem era se iria ser ele a cozinhar (não, evidente) mas se pelo menos viria à inauguração. Parece que nem isso aconteceu.
Lá foram os “habituais” dar a boca ao manifesto e em geral as críticas foram positivas. Agora que passou quase um ano fui também conhecer o Jamie's Italian.

Le Coucou: sabores franceses em Nova Iorque

No Soho, Le Coucou, o premiado restaurante de Stephen Starr liderado pelo chef Daniel Rose, apresenta cozinha francesa num ambiente requintado e elegante.


De todos os lugares que visitei em Nova Iorque, o Soho foi dos que mais gostei: das fachadas emblemáticas, das lojas alternativas, com um espírito muito urbano mas sem esquecer o "bairrismo". Foi também no Soho que tive uma das melhores refeições. Depois de vários anos em França, o chef Daniel Rose regressou a Nova Iorque para se continuar a dedicar às iguarias francesas.

Almoço na adega da família Jamek

Em Joching, numa antiga casa de 1910, a família Jamek oferece um espaço idílico para apreciadores de vinhos de Wachau acompanhados de boa comida. 


O vale de Wachau é conhecido pelos seus terraços de vinhedos, pequenos lugarejos cheios de charme debruçados sobre o Danúbio e um destino de excelência para quem não dispensa boa comida.

Brunch no Asiate at Mandarim Hotel

Há uma experiência que os nova iorquinos não dispensam ao fim de semana: o brunch. Imbuída do espírito “live like a local”, reservei mesa para um dos lugares favoritos de quem lá mora e de quem está de visita: o Asiate at Mandarim Hotel. 


Fica no 35º piso com uma vista soberba sobre o Central Park e a Columbus Circle. O restaurante está sempre cheio e as mesas junto da janela são as mais concorridas. Efetuei uma reserva para o primeiro horário – 12h – e tive sorte: fiquei bem pertinho da janela. A vista é incrível.

O bairro de Greenwich Village e um jantar na Casa Apicii

Greenwich Village era dos lugares que mais queria conhecer em Nova Iorque. Já esqueci o número de vezes a que assisti à série e filmes do Sexo e da Cidade. Aquele imaginário das lojas, dos prédios com três pisos, das inúmeras árvores e dos passeios largos onde apetece andar. Quase sem trânsito e sem ruído. 


O dia parecia mais frio do que o habitual. Por mais casacos, luvas e gorros que usasse, nada era suficiente para combater os míseros 5ºC que se sentiam. E se durante a manhã o passeio pelo bairro de Chelsea até tinha conhecido algum sol, durante a tarde as nuvens tomaram conta do céu.

Pesca: um elogio ao mar

Aberto há um ano, o Pesca é dos restaurantes mais carismáticos da actualidade lisboeta. Diogo Noronha aposta nos produtos do mar para criar memórias gastronómicas nos que procuram “tudo menos o óbvio”.


Chego ao Pesca às 20h20. Tinha previamente ligado para reservar mesa mas o meu pedido para as 20h00 foi recusado.
-Pode ser para as 20h30?
Ninguém me explicou o motivo e eu também não perguntei, mas perante menos de 10 pessoas no restaurante, não entendi a recusa.
A recepção foi de enorme simpatia, incluindo todos os elementos presentes na cozinha aberta que cumprimentam os clientes à passagem.

Aldea: uma estrela portuguesa em Nova Iorque

Sempre que viajo procuro algo de inspiração portuguesa no destino, seja um azulejo Viúva Lamego em Havana, uma estátua em mármore de Estremoz em Plasencia ou um quadro de um pintor português em Lyon. Em Nova Iorque esse encontro deu-se no Aldea, o estrelado restaurante do luso-americano chef George Mendes.

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Restaurante Arcadas

Na Quinta das Lágrimas, no restaurante Arcadas, o chef Vitor Dias propõe uma cozinha criativa de inspiração tradicional e à base de produtos frescos.


No piso térreo da Quinta das Lágrimas há um lugar incontornável para comensais que não dispensam boa gastronomia de inspiração local com elevado sentido de inovação e requinte. Sou muito bem recebida e acompanhada à mesa junto às icónicas arcadas que dão nome ao espaço. Uma breve observação permite-me logo depreender a sua elegância. Um carrinho de bebidas é trazido à mesa e infelizmente declinado por questões de saúde pontuais. Uma pena. Além do serviço à carta é também apresentado o menú de degustação “Pedro e Inês” mas devido a algumas restrições alimentares acabei por intercalar com o menú “Páscoa”.

Casa da Ínsua

Na Beira Alta, em Penalva do Castelo, a Casa da Ínsua é muito mais do que um hotel de charme de 5 estrelas. Contempla um espaço museológico e mantém a produção de queijo Serra da Estrela, vinho, produtos à base da maçã Bravo de Esmolfe e azeite.

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Conheci a Casa da Ínsua durante a Semana de Enoturismo que precedeu as últimas Jornadas dedicadas ao tema. O acolhimento foi no pátio exterior, sob os frondosos plátanos, que me recordou a Fábrica de Porcelana da Vista Alegre, hoje também na posse do Grupo Visabeira. Além de hotel de charme de 5 estrelas, pertence desde Outubro de 2015 à rede de Paradores, um projeto pioneiro que trouxe um novo público à região.

Six Senses Douro Valley

Em Samodães, num antigo palacete do século XIX, o Six Senses Douro Valley é a primeira aposta da cadeia hoteleira asiática na Europa. Elegância e sustentabilidade combinam-se para proporcionar uma experiência holística de bem estar.

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Quando o Six Senses Douro Valley abriu em Julho de 2015 muito buzz se gerou nas redes sociais. Um dos comentários que me despertou interesse foi de uma amiga que já esteve em vários hotéis da cadeia e que escreveu: “Só espero que o modo de receber também seja o mesmo”. Foi com este pensamento que cheguei ao Douro.

M’AR De AR Aqueduto

No centro histórico de Évora, o M’AR De AR Aqueduto é um hotel boutique adaptado do antigo Palácio dos Sepúlveda. Conforto, requinte, design e um dos melhores restaurantes da cidade são alguns dos motivos para não deixar de o conhecer.

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Gosto sempre de regressar a Évora. Além de ser dos meus locais favoritos no Alentejo, ainda consigo encontrar coisas novas para fazer. Por mais vezes que visite a Praça do Giraldo, a Sé, o templo de Diana ou o Museu, fico sempre com a sensação de que afinal havia ainda algo por descobrir.

Lusovini: no coração do Dão

Foi durante um almoço que ouvi falar pela primeira vez na Lusovini. Que a antiga Adega Cooperativa de Nelas já não era a mesma, que o espaço estava muito bonito e que o restaurante merecia a dispensa de algumas horas para conhecer os sabores beirões. Perante tão emotiva sugestão, agendei uma visita guiada e almoço na Taberna da Adega.

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Do que menos gostava dos invernos na Beira era dos dias de chuva. É que além da maçada de andar na rua e ficar toda molhada, era aquele monocronismo da paisagem. Céu, pedra, pinheiros e urzes pareciam todos semelhantes: cinzentos. É num dia como este que visito a Lusovini, com a agravante de um nevoeiro que muito de mansinho se vai instalando para ficar. Mas o desconforto do tempo dissipa-se por completo assim que cruzo as portas. A recepção é um espaço amplo que dá acesso a várias áreas: zona de visita, loja e restaurante. É a Rita de Serpa Barata quem me recebe e após me ser servido um welcome-drink, um Palavrar Espumante Bruto, da Bairrada, seguimos para almoço na Taberna da Adega.

Mesa de Lemos

Fazia falta no Dão um restaurante como a Mesa de Lemos. A visão de Celso de Lemos e a mestria de Diogo Rocha colocaram Silgueiros na rota dos melhores espaços gastronómicos de Portugal.

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Tenho o privilégio de ter estado em dois momentos na Mesa de Lemos. A primeira foi há dois anos, durante as vindimas, onde apenas conheci o espaço. Fiquei assoberbada com o impacto, primeiro no exterior, para a imensidão de vinhas e depois no interior, com todas as obras de arte e aproveitamento arquitetónico da mãe natureza. A última foi pelo S. Martinho, num jantar exclusivo.

A Cozinha da Clara

Quando soube da inauguração do restaurante A Cozinha da Clara fiquei curiosa. Conheço relativamente bem a restauração no Pinhão e questionei-me da sua necessidade. Estando aberta não apenas aos hóspedes da Quinta de La Rosa, o objectivo seria, certamente, atrair também passantes. Na minha última visita desfizeram-se as dúvidas.

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O Douro é das regiões vínicas mais extraordinárias do mundo e o Pinhão uma espécie de porta de entrada e saída. Dá-me uma enorme tristeza sempre que chego e vejo aquelas construções descaracterizadas, a ausência de identidade nas lojas e a falta de cortesia em alguns restaurantes, apenas interessados em grupos com menus feitos à medida do que se quer vender. Por isso, quando conheci A Cozinha da Clara pensei: como foi possível só surgir agora?

Onde comer em Estremoz

O Alentejo é conhecido pela boa gastronomia e Estremoz não é exceção. Das mais tradicionais a pratos de autor, deixo quatro sugestões para quem procura uma boa experiência.

Restaurante Herdade das Servas

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À frente do restaurante Herdade das Servas estão os irmão Paulo Baía e Maria da Fé que propõem uma das melhores experiências gastronómicas de Estremoz. As sugestões são sobretudo alentejanas e vão desde os papa ratos, cabeça de xara, sopa de cação, sopa de tomate e pudim das servas, harmonizados preferencialmente com os vinhos Herdade das Servas. O ambiente é elegante e o serviço exemplar. É sem dúvida uma referência em Estremoz e no Alentejo.

Mercearia Gadanha

No Largo Dragões de Olivença, a Mercearia Gadanha é dos lugares mais irreverentes para se comer em Estremoz. As propostas são sobretudo alentejanas mas com uma apresentação inovadora.

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Chegar às 13 horas de um Sábado à Mercearia Gadanha e achar que haverá mesa disponível para almoçar é um ato de ingenuidade. Se à primeira todos erram, à segunda é burrice, por isso, quando soube que ia regressar a Estremoz fiz logo reserva com algumas semanas de antecedência.